quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A filha do Sarney e a década perdida


O ano novo se aproxima, enquanto muitos se preparam para a comemoração da virada de ano, outros sequer têm o que comer. Entra ano e sai ano, mas pouca coisa tem acontecido para que a situação calamitosa de pobreza em nosso estado mude, ou acabe.


Recentemente um membro do clã Sarney, que é secretário de Planejamento no governo biônico de Roseana Sarney, teve que admitir que o pior momento do Estado foi a década de 90, justamente entre os governos de Edson Lobão (atual ministro) e o de Roseana Sarney (que retornou através de um golpe). Gastão Vieira está coberto de razão, pena que o sistema Mirante não mostre nada disso.

Roseana Sarney, quando governou o Maranhão num período de quase oito anos (1995 a 2002), contraiu débitos estratosféricos, mas que não melhorou em nada a vida dos maranhenses, ao contrário fez foi piorar, pois de forma irresponsável, liquidou a agricultura de um estado que praticamente vive da agricultura de subsistência, não investiu na educação (construiu apenas três salas de aulas num período de oitos anos), liquidou o Banco do Estado, vendendo-o por muito menos do que pegou para sanea-lo, também construiu estradas fantasmas entre Paulo Ramos e Arame, vendeu a Cemar (companhia energética), etc. Sem falar, ou mostrar onde aplicou tanto dinheiro.


Ela diz que é trabalhadora, e que está de volta ao trabalho. Mas os números do IBGE mostram o contrário:Confira mais sobre o trabalho de Roseana Sarney clicando aqui:

2 comentários:

Zé Indignado disse...

Sé quem é burro ou imbecil, acredita nessa impostora.

Mano disse...

Enquanto esses quadrilheiros estiverem encravados nos poderes e mandarem na vida pública maranhense, o estado sempre terá dácadas perdidas. Só quem não perde são esse bandidos, sempre ávidos por roubarem mais dos cofres públicos.