domingo, 4 de outubro de 2009

De volta aos esqueletos de Roseana Sarney

O governo biônico que o TSE entregou por quatro votos, para a filha de Sarney, está de volta às televisões para anunciar outras obras que irá fazer.

Muito cuidado nessa hora; antes de tudo, é importante observar, que ela e seu grupo sempre anunciaram obras, e muitas delas acabaram como esqueletos. Ou seja, o Estado que há 40 anos foi mantido debaixo do poder oligárquico, permanece na miséria, mesmo depois que seu pai foi presidente do Brasil, sem falar que em todos os governos, dos militares, ao neoliberal, e agora o socialista com o Lula, nada fez pelo povo que vive como indigentes.

Quem não lembra da Fábrica de Rosário? Roseana (Sarney) em 1996 anunciou que traria oportunidades de emprego e uma vida melhor para aquela região, mas até hoje, os moradores de Rosário estão endividados.

Os esqueletos da fabrica que foi construída com dinheiro do contribuinte, permanece inerte em um matagal. Ainda teve a Usimar outro esqueleto que construiria peça para carros que em 1999, desapareceu com 1,33 bilhões (da extinta) SUDAM.

Por ultimo, a refinaria que querem construir da noite para o dia, da mesma forma como anunciaram e nada aconteceu no passado, nessa semana os jornais de Sarney “comprovaram” que a refinaria será a próxima redenção do Estado, que agora vai acontecer, mas numa gravação feita com a recente entrevista do presidente da Petrobras, comprova que não é bem assim, como Roseana Sarney quer que seja.

2 comentários:

Zé Indignado disse...

Ricardo, só os idiotas os analfabetos, os burros, os bajuladores, os beneficiários, a parentalha e os assaltantes do erário público, acreditam nessa dupla de mafiosos.Ah! ia esquecendo, e a JUSTIÇA.

Mano disse...

Esse é a administração do factóide, das peças publicitárias enganosas com o objetivo de encher os cofres do sistema Mentira. Rosengana é o grande engodo enfiado goela abaixo dos maranhenses pelos patifes do TSE.
O sobrenome Sarney é sinônimo de corrupção e de tudo de mais torpe que possa existir.