domingo, 6 de abril de 2008

E ONDE FICA O PRESTÍGIO DA LÍDER????

Uma matéria divulgada na edição do dia (04), no jornal da família Sarney, sobre um suposto apelo em favor dos milhares de desabrigados do Maranhão, vítimas das fortes chuvas que assolam o Estado, feito pela senadora Roseana ao presidente Lula, demonstra que o tal prestígio da senadora junto ao presidente não é tão grande quanto alardeiam ela e seus interlocutores.

Afinal, Roseana é a toda poderosa líder do governo no Congresso Nacional, de onde se conclui que ela deve ter acesso suficiente ao presidente para pedir a ele pessoalmente que interceda em socorro dos desabrigados maranhenses, e não usando como porta-voz um ministro interino para entregar uma carta ao presidente.

6 comentários:

SEU JOCA disse...

E COM VOCÊS O SAMBA DA TERTA MALUCA !!!!

BLOGUEIRO MIRANTEANO CHAMA A PRÓPRIA PATROA DE BOATEIRA!!!!

NO ÂNSIA DE AGRADAR A CHEFA, UM BLOGUEIRO MIRANTEANO FEZ COM ELA UMA ENTREVISTA, DESTAQUE DE CAPA DO JORNAL DELA DE HOJE, E PASMEM, O CABRA ENLOUQUECEU DE VEZ E CHAMA A PRÓPRIA CHEFA DE BOATEIRA, SIM PORQUE QUEM VEIO FALAR DE JUNÇÃO COM JACKSON FOI ELA MESMA EM ENTREVISTA DADO AO OUTRO BLOGGUEIRO MIRANTEANO. É OU NÃO É O SAMBA DA TERTA MALUCA??!!!!

Roseana: “A eleição em
São Luís está indefinida”

Senadora nega união com governo e diz que só faz acordo pelo Maranhão

A senadora Roseana
Sarney, líder do governo
Lula no Congresso, analisou
a sucessão municipal
e desmentiu BOATOS
de junção política com o
governador Jackson Lago,
em entrevista exclusiva a
O Estado. Após afirmar
que só faz acordo pelo
desenvolvimento do
Maranhão

MARCO AURÉLIO D’EÇA
DA EDITORIA DE POLÍTICA
Asenadora Roseana
Sarney, líder do
governo Lula no
Congresso Nacional, passou
duas semanas em São Luís,
articulando politicamente
os seus aliados para as
eleições municipais. Entre
uma reunião e outra,
recebeu O Estado para uma
conversa, na chuvosa tarde
da segunda-feira, 31. Falou
sobre a sucessão municipal,
analisou as questões
estaduais e colocou um
ponto final na polêmica
sobre um possível acordo
político com o governador
Jackson Lago: “Não existe
nenhuma junção política”.

O ESTADO– Por falar em
união da classe política, o
que existe de fato sobre
acordos entre o governador
Jackson Lago e o grupo
oposicionista liderado pela
senhora no Maranhão?

ROSEANA– Não existe
nenhuma junção política. O
que existe é uma preocupação
do nosso lado de ajudar o
Maranhão, como sempre
existiu. Tanto que, na
elaboração das emendas para o
estado, na busca de atração de
recursos, nós lutamos pelo
Maranhão. Na aprovação do
orçamento do Governo Federal,
por exemplo, nós conseguimos
aumentar os recursos do SUS
pra o Maranhão, conseguimos
trazer mais recursos. Nessa
questão, não há divergência, de
se trazer recursos e melhorar
nosso estado. Todos nós
queremos melhorar
o nosso estado.
O ESTADO – Questões
políticas são discutidas?
ROSEANA– Não há
discussão neste aspecto. Cada
um tem o seu lado. Só há
acordo, entendimento, pelo
bem do Maranhão.

SEU JOCA disse...

O SAMBA DA TERTA MALUCA, LOUCURA GERAL!!!!

DEPOS DE SER CHAMADA DE BOATEIRA PELO BLOGUEIRO ENTREVISTADOR DO SEU PRÓPRIO SISTEMA, EIS QUE O SISTEMA MIRANTE NÃO ESTAVA AINDA SATISFEITO EM JOGAR PEDRA NA CABEÇA DA "SIMPÁTICA" CHEFINHA E MANDOU-LHE O EDITORIAL DO JORNAL GOELA A BAIXO CHAMANDO-A NOVAMENTE DE BOATEIRA, É MOLE!
ESSA TURMA DA MIRANTE ENLOUQUECEU DE VEZ E AO INVÉS DE PUXAR O SACO DA CHEFINHA AGORA LHE JOGA PEDREGULHOS NA CABEÇA!!!!!

O ESTADO DO MARANHÃO " SÃO LUÍS, 6 DE ABRIL DE 2008, DOMINGO

EDITORIAL

Acordo só pelo Maranhão

Ao contestar BOATOS de que estaria inclinada a fazer um
acordo com o governador Jackson Lago, a senadora e líder
do governo no Congresso Nacional, Roseana Sarney
(PMDB), foi incisiva: não existe esse entendimento; se existe a
possibilidade de um acordo político, este se limitará aos interesses
do Maranhão. Com a declaração, feita em entrevista exclusiva
a O Estado, publicada nesta edição, a senadora maranhense
recoloca o carro da política nos trilhos, mantendo o
desenho natural de um estado democrático em qualquer lugar
do mundo: existe governo e existe oposição. Papel de governo é
trabalhar para cumprir promessas de campanha; papel de
oposição é manter suas teses, fiscalizar as ações do governo,
criticando-as na medida certa e cobrar o prometido.
Com a bagagem de quem já governou o estado por sete
anos e três meses, período em que revolucionou os métodos
administrativos e pôs abaixo a velha e carcomida estrutura
então existente, a senadora Roseana Sarney deixa
clara sua posição: seu grupo político vai continuar firme
na oposição. E mais: vai trabalhar intensamente para que
os partidos do seu grupo vençam as eleições no maior número
possível de municípios, a começar por São Luís. Vê a
necessidade dessa vitória porque a cidade está carente de
uma gestão eficiente, sobretudo nas áreas de saneamento,
saúde e infra-estrutura urbana.
A líder do governo no Congresso Nacional tem razão
quando faz essa delimitação política. Isso porque, na visão
do atual governo, “todos devem se unir em favor do Maranhão”.
Uma realidade no mínimo estranha, na medida em
que fere o princípio basilar da atividade política, que é o
embate entre contrários. O que mais causa estranheza nessa
proposta governista é que o grupo agora no poder nunca faz
qualquer concessão a governos adversários. Ao contrário,
foi implacável nos ataques e nas críticas, não reconhecendo
um só mérito naqueles governos, entre eles o da própria Roseana
Sarney.
Agora, quando a situação se inverte, quando se vê atolado
em fatos desagradáveis, em denúncias de corrupção, em operações
da Polícia Federal e na inanição administrativa, os governistas
levantam a tese do acórdão, como se fosse simples
passar uma borracha e apagar um passivo desabonador sobre o
qual está assentado. Os líderes do grupo que têm a senadora
Roseana Sarney como referência máxima não cogitam essa
possibilidade, principalmente porque aliar-se ao atual governo
seria fechar os olhos para tudo o que vem sendo feito de errado
desde maio de 2002.
A senadora Roseana Sarney faz uma saudável concessão:
acordo só pelo Maranhão. O Maranhão precisa e agradece o
esforço que ela tem feito até agora para ajudar o estado.

SEU JOCA disse...

UMA NOTA E DUAS CONCLUSÕES...

A PEQUENA PÉROLA EM FORMA DE NOTA ESTÁ NO CADERNO DE HOJE DO COLUNISTA PERGENTINO HOLANDA, NA PÉROLA, QUERO DIZER NOTA, PH NOS MOSTRA DUAS COISAS: PRIMEIRO A EXTREMA ARROGÂNCIA E PREPOTÊNCIA DO CLÂ E SEGUNDO A EVIDÊNCIA DE QUE A NOTA DA COLUNA DE RADAR DE VEJA FOI PLANTADA SE É QUE ALGUÉM AINDA TINHA DÚVIDA DISSO.

ALVO ERRADO

"O governador Jackson
Lago não foi feliz em sua
empreitada de trazer o
presidente da Venezuela a
São Luís, para, entre
outras solicitações,
reivindicar a Hugo Chavez
a construção de uma
refinaria no Maranhão.
"Se contasse com uma
boa assessoria, o
governador maranhense
poderia, por caminho
mais curto e adequado,
alcançar a sonhada
reivindicação.
"Para viabilizar esse
projeto, bastava ir a
Brasília e conversar com o
ministro Edison Lobão
que, no final do mês,
autorizado e credenciado
pelo presidente Lula, viaja
a Caracas para tratar com
o coronel Hugo Chavez
de uma parceria entre a
Petrobras e a PDVSA, a
estatal boliviana, com
vistas à montagem de
uma agenda, com
prioridade para o
campo energético

SEU JOCA disse...

AFINAL O QUE TANTO TEME O CLÃ?

TODOS ESTAMOS VENDO O IMENSO ESFORÇO DO CLÃ SARNEY EM TENTAR INTIMIDAR JACKSON, CASTELO, VIDIGAL E JOSÉ REINALDO, MAS AFINAL DE CONTAS O QUE TANTO TEME O CLÃ????

1 - QUE CASTELO TENHA AMEALHADO RECURSOS SUFIENTES PARA BANCAR O PRÓPRIA CAMPANHA A PREFEITO E ASSIM ACABE ELEITO SE TORNANDO UM NOME QUE NÃO UM LAGO OU UM DOS SARNEY A COMANDAR O MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS EM DÉCADAS E AINDA POR CIMA CONTINUAR MANDANDO NAS GORDAS VERBAS DO ITAQUI SE ELE CONSEGUIR EMPLACAR UM PRIMO NA CHEFIA DA EMAP.

2 - QUE ZÉ REINALDO UMA VEZ ELEITO PREFEITO, SE ELE FOR CANDIDATO É CLARO, FECHE DE VEZ AS TORNEIRAS DA MÍDIA MUNICIPAL AO SISTEMA MIRANTE TAL E QUAL FEZ QUANDO GOVERNADOR E CONSOLIDE ASSIM SUA CANDIDATURA A SENADOR EM 2010.

3 - QUE VIDIGAL CONSIGA ALGUMA PROVA DE QUE A DINHEIRAMA MOVIMENTADA POR FERNANDO SARNEY E FLAGRADA PELA FEDERAL TENHA SIDO USADA NA CAMPANHA DE ROSEANA O QUE TIRARIA DE DELA NÃO SÓ A CANDIDTURA NAQUELAS ELEIÇÕES DE 2006 COMO PODERIA LHE CUSTAR UMA PUNIÇÃO GRAVE QUE LHE TIRARIA OS DIREITOS POLÍTICOS POR LONGOS ANOS.

3- QUE JACKSON EM FAZENDO UM GRANDE GOVERNO SEPULTE DE VEZ O NOME SARNEY NA POLÍTICA MARANHENSE. POR ISSO ELES TENTAM INCANSAVELMENTE CASSAR JACKSON DO GOVERNO PORQUE SABEM QUE ESTA É A ÚNICA CHANCE QUE ELES TEM DE CONTINUAR EXISTINDO POLITICAMENTE NO MARANHÃO.

É POR TUDO ISSO QUE O CLÃ NÃO SE CANSA DE BATER NOS SEUS ADVERSÁRIOS, SABEDOR QUE É QUE SUAS CHANCES DE AINDA AMEALHAR ALGUM SONHO DE PODER SÃO QUASE NULAS. O QUE SE VIU AO LONGO DA ÚLTIMA SEMANA E AINDA NESTE DOMINGO É APENAS PARTE DO PLANO DE TENTAR QUEIMAR OS ADVERSÁRIOS. A CARA DE PAU É TANTA QUE ATÉ PESQUISA TENTANDO QUEIMAR JACKSON ELES INVENTARAM NO JORNAL DELES DE HOJE. E É CLARO QUE BEATIFICAR O PAI, A FILHA, OS FILHOS E OS AGREGADOS É PARTE DO PLANO. É POR ISSO QUE EU SEMPRE DIGO OLHOS ABERTOS COM ESTA GENTE 24HS POR DIA É POUCO. SARNEY NÃO SE SUBESTIMA SE ENFRENTA SEM TRÉGUA PORQUE ELE AINDA ESTÁ MUITO LONGE ESTAR ACABADO POLITICAMENTE, PROVA DISSO SÃO OS CARGOS E A FORÇA QUE O LULAKATIA AINDA DÁ PARA ELE. OLHO ABERTO NESTA GENTE DR JACKSON!!!!! SARNEY NUNCA MAIS!!!!

SEU JOCA disse...

EX PRESIDENTE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO BATE FORTE EM LULA E DÁ ESTOCADA EM JOSE SARNEY.

EM ARTIGO PUBLICADO HOJE NO BLOG DO JORNALISTA RICARDO NOBLAT DE O GLOBO, O EX PRESIDENTE DA REPÚBLICA ATACA DURAMENTE O PRESIDENTE LULA E AINDA ARRUMA TEMPO PARA DAR UMA PEQUENA ESTOCADA EM JOSÉ SARNEY. SEGUNDO FHC, LULA TEM AO SEU LADO AMIGOS POR QUEM SE DEIXA CORROMPER, NUMA CLARA ALUSÃO AOS "FAVORES" FEITOS A SARNEY POR LULA. MESMO SEM CITAR O NOME DE SARNEY FICA CLARO E NITIDO QUEM É O ALVO DE FHC, JÁ NINGUÉM DENTRO DO ATUAL GOVERNO TEM TANTOS CARGOS E FAVORES COMO JOSÉ SARNEY. É A PROVA CABAL DE NINGUÉM MAS SE DEIXA ENGANAR POR SARNEY NA POLÍTICA NACIONAL, SÓ O LULA MESMO.

Enviado por Fernando Henrique Cardoso - 6.4.2008| 4h56m
Oportunidade perdida

Preparei este artigo antes de viajar para os Estados Unidos, onde participo, hoje, de uma série de discussões na Universidade de Brown, em comemoração dos 40 anos da primeira edição do livro que fiz com Enzo Faletto sobre Dependência e Desenvolvimento na América Latina. É a minha despedida de Brown, depois de haver sido professor at large (título que requereu curta permanência docente anual) durante cinco anos.

Confesso que não gosto de escrever com tanta antecipação. A natural falta de interesse do leitor de jornal por notícias e mesmo por análises não atualizadas requer temas momentâneos. Temas que, ultimamente, têm sido francamente desanimadores para quem acredita que a política não se limita a uma luta mesquinha pela conquista e preservação do poder. Causa-me repulsa a falta de compromisso com a verdade dos fatos, a desonestidade intelectual e, principalmente, o tratamento cínico dispensado a indícios graves de improbidade na administração pública e a benevolência com que são tratados infratores amigos ou aliados. Como ainda agora no episódio dos cartões corporativos. A insensibilidade do presidente e de seu governo é tanta que pouco se lhes dá a opinião pública. Com a popularidade inflada pelos bons ventos da economia, joga-se irresponsavelmente com a idéia de que a preocupação com a moralidade pública e o respeito à lei é coisa de elite branca que tem tempo para ler jornal.

Quanta diferença com o que se vê hoje nos Estados Unidos. Quem não leu deve ler a íntegra do discurso de Barak Obama A more perfect Union. Nele Obama reconecta a luta política aos melhores valores de uma República que foi fundada com bases em ideais, entre eles o da igualdade. Um ideal sempre imperfeitamente realizado, mas que constitui até hoje o móvel das melhores e mais nobres lutas políticas do povo americano. Obama não se apropria do ideal para utilizá-lo como arma eleitoral e dividir o país. Mostra, assim, a grandeza de sua liderança.

Reproduzo um trecho representativo do sentido de seu discurso. Nele reconhece e critica a agressividade do pastor Jeremiah Wright nos sermões sobre raça proferidos na Igreja da Trindade. Repudia, por outro lado, a crítica que apenas sataniza o pastor e explica: “O erro profundo dos sermões do reverendo Wright não é que ele tenha falado sobre raça em nossa sociedade. É que falou como se nossa sociedade fosse estática, como se nenhum progresso houvesse existido, como se ela ainda estivesse ligada irreversivelmente a um passado trágico. Isso numa nação que tornou possível para um dos membros da congregação disputar o cargo mais elevado de sua terra e de construir uma coalizão entre brancos e negros, latinos e asiáticos, ricos e pobres, jovens e velhos. Mas o que nós sabemos, o que nós vimos, é que a América pode mudar. Este é o verdadeiro espírito desta nação. O que nós já conseguimos nos dá esperança - a audácia da esperança - para fazer o que nós precisamos e devemos fazer amanhã.”

Que diferença! Seria demais esperar que Lula, que também é símbolo de uma sociedade dinâmica em que as forças da mobilidade social contam mais do que a origem, percebesse que o País, para avançar, precisa realizar o muito imperfeitamente realizado ideal da igualdade perante a lei e que a moralidade pública é condição da igualdade republicana, e não preocupação de privilegiados? Não é isso que se deveria esperar do chefe da Nação? O que se vê, porém, é um presidente que não hesita em reviver a velha cantilena dos “dois Brasis”, da elite branca e dos oprimidos, dos maus e dos bons, e não raro justificar as práticas políticas mais atrasadas. Isso num país que o colocou no topo da vida pública e que se caracteriza por ter uma elite composta pelos “brancos da terra”, tisnados com orgulho pelos mais variados sangues, do indígena ao europeu, do negro ao asiático.

Exagero da minha parte? Ou a cantilena dos “dois Brasis” não foi o mote do discurso que Lula fez recentemente em Pernambuco? Para afagar Severino Cavalcanti, chamou-o de vítima do preconceito das elites de São Paulo e do Paraná, que teriam urdido uma trama para seu afastamento da vida pública. Teoria conspiratória risível, se dita por uma pessoa comum. Inaceitável, porém, vindo do presidente da República. Será a prévia do que virá pela frente na campanha eleitoral de 2010?

Que perda de oportunidade histórica! Por que não pensar em Mandela, que saiu de 28 anos de cadeia e falou da necessidade de reconciliação entre negros e brancos na terra do apartheid? Sem negar e repudiar, é claro, a injustiça do racismo. E não se diga que os antecedentes de grandeza só vêm do exterior. Basta lembrar de José Bonifácio, que desde o início do século 19 mostrava que o Brasil, como nação, teria de fundamentar-se na diversidade das raças e no reconhecimento de que os valores da democracia e do Iluminismo não se poderiam circunscrever, como pensava Jefferson, a uma elite restrita, formada por brancos e ricos. Ao contrário, afirmava o Patriarca, se déssemos educação aos negros e aos indígenas, portadores de Razão como todo ser humano, eles se tornariam cidadãos.

Por que, ao invés de passar a mão na cabeça de quanto aloprado exista ao seu lado, de ver amigos em quem se deixa corromper e inimigos em quem honestamente dele diverge, nosso presidente, com todas as credenciais que tem de homem que nasceu no meio do povo mais pobre e venceu, não une os brasileiros em torno do ideal fundador de toda grande República?

Por que, ao invés de congregar e definir valores comuns, se perde em picuinhas e se entusiasma tanto em inaugurar pedras fundamentais de obras que não se constroem? Raramente o País teve conjuntura econômica e mesmo social tão favorável para dar um salto grandioso na construção de uma Nação decente. Não obstante, a oportunidade se está perdendo pela falta de visão de quem lidera.

Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, foi presidente da República

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