quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA COINCIDÊNCIA

Essa primeira versão dada pelo filho de Sarney de que os 2 milhões de reais sacados por ele três dias antes do segundo turno da eleição para governador em 2006 era para pagar diárias a funcionários.

Tá parecendo muito com as sete estórias contadas pelo cunhado Jorge Murad, marido de Roseana, quando a mesma Polícia Federal o pilhou com um milhão trezentos e quarenta mil reais guardados no cofre da famosa lunus.

À época, toda vez que abria a boca para falar sobre o assunto Jorge dava uma versão diferente para justificar o motivo de guardar consigo uma quantia tão alta em seu escritório e não numa agência bancária, o certo é que nenhuma das sete desculpas dadas pelo marido da senadora convenceu ninguém.

Será que o todo poderoso da mirante andou tomando umas aulinhas básicas com o experiente cunhado??????????


Veja mais sobre o caso Lunos clicando aqui:

3 comentários:

José disse...

Desta vez, quantas versões ou explicações eles estão inventando para justificar a origem e o destino desse dinheiro? Nem mágico vai livrar a pele de Fernandinho, nem do seu pai. É crime brabo!

Giovanny disse...

O cabra tá coçando a cabeça, preocupado mesmo porque mais uma vez o nome da família está envolvido num escândalo talvez maior que o caso Lunus. tem q pensar, Jorginho, vc é expert em versões para esse tipo de coisa. Tem q ajudar o cunhadinho pois afinal de contas o dinheiro foi usado na campanha de sua mulher.

Paulo Roberto Botelho disse...

Olhem só como Sarney queria ganhar a eleição para a filha:
Saques vultosos às vésperas do 2º turno de 2006

Fernando Sarney sacou R$ 3,5 milhões de empresas da família Sarney (Gráfica Escolar, São Luís Factoring e TV Mirante). Um total de 2 milhões foi retirado nos dias 25 e 26 de outubro de 2006 (R$ 1 milhão em cada dia). O segundo turno da eleição – que Roseana Sarney, irmã de Fernando, disputou com Jackson Lago, e perdeu – foi no dia 29 de outubro.

O inquérito aberto pela PF está sendo conduzido pela sede do órgão em Brasília. O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) gerou um relatório sobre as transações.

Gráfica Escolar – A PF investiga três grupos de transações. Em 24 de outubro, o empresário Eduardo Carvalho Lago fez uma transferência de R$ 2 milhões para a Gráfica Escolar, da qual Fernando é sócio. No mesmo dia, a gráfica fez um depósito no mesmo valor para Eduardo. No dia seguinte Eduardo fez nova transferência de R$ 2 milhões, desta vez para a conta pessoal de Fernando, que sacou todo o dinheiro naquele dia e no dia seguinte.

Paralelamente a essas operações, entre o final de setembro e o final de outubro foram feitos saques superiores a R$ 1 milhão, em dinheiro vivo, da conta da TV Mirante por Tereza Cristina Ferreira Lopes e Carlos Henrique – ambos funcionários do Sistema Mirante.

O último saque da conta da empresa coincidiu com uma retirada de R$ 100 mil da conta da São Luís Factoring e Fomento Mercantil, que pertence a Teresa Murad, mulher de Fernando Sarney. O saque também foi feito por Tereza Cristina Ferreira Lopes.

Não é a primeira vez que a família Sarney é envolvida em movimentação de dinheiro vivo. Em 2002, a PF encontrou R$ 1,34 milhão na Lunus, empresa de Roseana Sarney, irmã de Fernando e então pré-candidata à Presidência da República, e Jorge Murad (irmão de Teresa Murad).